sábado, 28 de setembro de 2013

Iluminação Ampla

Modelo: Renata Barbosa
Prof.: Fernando Pires
Iluminação - 2013/2

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cartão Cinza

Na  fotografia é usado em conjunto com um expos metro para obter imagens fotográficas consistentes.
Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano.
A refletância de 18% é uma média matemática resultante da refletância de 3% para o preto e de 90% para o branco, é usado frequentemente em estúdios fotográficos como um padrão de referência para se determinar o valor de exposição (EV) correto para a tomada fotográfica. 
A medição é feita contra o cartão cinza que é introduzido no cenário levando-se em conta o ângulo da luz que incide sobre ele e a direção da tomada fotográfica. 
Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza produz leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.
Um cartão cinza médio neutro além de auxiliar na determinação do valor de exposição correto também serve como referência para o balanço de cores.
O cartão cinza neutro permite que a câmeras com recurso de white balance efetuem compensação prévia das cores da iluminação ambiente.
Um cartão cinza neutro também pode ser usado para processar o balanço de cores na fase pós-produção. Para isso, uma foto do cartão cinza neutro é tomada e o software de tratamento de imagens usa os dados dos pixels da área do cartão cinza da foto para corrigir o balanço de branco da imagem como um todo ou de toda uma seção de fotos obtidas nas mesmas condições de iluminação.

Fonte: Wikipedia

Cartão Cor

O Cartão cor serve para definir o balanço de cor em sets de filmagem ou em estúdios fotográficos, para montar profiles de cor para equipamentos variados, para medir a precisão de sistemas de prova, fazer calibragem de scanners, calibrar televisões e emulsões de filmes. O objetivo final é reproduzir as cores de forma fiel, sem desvios.Uma das características fundamentais deste cartão é que ele reflete as cores sempre da mesma forma em qualquer parte do espectro luminoso. Desta forma, seja em estúdio com flash ou luz contínua, seja ao ar livre ao meio dia ou ao nascer do sol, as cores refletidas serão sempre as mesmas.

Fonte: Wikipedia

Propriedades físico-ópticas da luz


Óptica é o ramo da física que estuda os fenômenos relacionados à luz, explicando os fenômenos da transmissão, reflexão, absorção, refração, difração, polarização.



Transmissão: é produzida quando a luz atravessa um objeto colorido. Parte da luz vai ser absorvida e parte vai ser transmitida por esse objeto.



Reflexão: acontece quando a luz chega a um objeto e rebate ou reflete, em parte ou totalmente, esse objeto. A luz pode ser refletida de maneira direta ou difusa. 

Difusa: é produzida quando a luz chega a uma superfície ou objeto que tem textura, (parede com textura).Uma reflexão difusa vai produzir uma luz mais suave do que uma reflexão direta. Também vai gerar menos contraste na cena, sombras mais claras e uma transição mais suave entre luzes e sombras.Uma reflexão direta vai produzir uma luz mais intensa, maior contraste e sombras mais escuras e bem definidas.


Absorção: Consiste na diminuição da energia de uma radiação, neste caso a luz, na sua passagem através da matéria, isto é, uma acumulação na matéria de parte da energia proveniente de radiações luminosas.



Refração: É o fenômeno que ocorre com a luz quando ela passar de um meio homogêneo e transparente para outro meio também homogêneo e transparente. 



Difração: Denomina o desvio sofrido pala luz ao passar por um obstáculo, tal como as bordas de uma fenda em um anteparo.



Polarização: É quando a luz que se propaga em todos os planos, passa por uma fenda a qual "drena" essas ondas, deixando ela em uma só, assim passa a se propagar em um único plano.


Fonte Wikipedia

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Feira do Livro 10/nov

Abotoadura





Esse pequeno objeto decorativo mantém juntas as duas partes do punho de uma camisa, quando duas casas aparecem no lugar da tradicional dupla casa e botão. O fato de a abotoadura ser vista como um acessório masculino não impede que as mulheres também a adotem.
As abotoaduras surgiram no início do século XVII, mas seu uso foi consolidado somente no século XIX. A moda masculina, pobre em originalidade, via nas abotoaduras um meio de distinção. Por meio das abotoaduras, o homem podia (e ainda pode) declarar sua personalidade, da mesma forma que uma joia feminina tem o poder de revelar o gosto e o estilo da mulher.
Nas décadas de 1960 de 1970 as abotoaduras deram lugar ao abotoamento simples, feito com botões. Na metade dos anos 1990, porém, elas reapareceram como um must nos meios aristocráticos ou entre altos executivos.


Referências


Livro: Por dentro da moda definições e experiências

Autora: Dinah Bueno Pezzolo

Editora: Senac

Fuxico





Produto artesanal que utiliza sobras de tecidos, num trabalho feito com pequenos círculos de tecido. Os círculos franzidos são unidos lado a lado, compondo peças grandes como almofadas ou colchas.
Sua criação é atribuída aos escravos africanos. No Brasil, o fuxico é visto como artesanato tradicional que remonta ao período colonial.
A expressão “fuxico” ligada a fofoca surgiu porque, quando as mulheres se reuniam para costurar e criar para o vestuário ou enxoval, cochichavam sobre a vida alheia.
Inicialmente relacionado ás classes de baixa renda, o fuxico é hoje associado ao patchwork, sendo valorizado e ganhando realce em decorações.



Referências


Livro: Por dentro da moda definições e experiências
Autora: Dinah Bueno Pezzolo
Editora: Senac